Comissão
Central de Ética Pública afirma que reintegração de Diodino Cambaza nos
Aeroportos de Moçambique ignorou princípios éticos
Após cumprir
metade da pena a que foi condenado por prática de crimes de desvio de fundos,
remuneração e pagamentos indevidos que lesaram o Estado em 54 milhões de
meticais, Cambaza foi bater à porta dos aeroportos solicitando a sua
reintegração. O Conselho de Administração da empresa solicitou orientação do Ministério
dos Transportes e Comunicações e pareceres jurídicos, incluindo à
Procuradoria-Geral da República, que respondeu que não havia nenhum impedimento
legal para a reintegração. Alfredo Gamito diz que, eticamente, houve falha de
todos os intervenientes. O organismo responsável por velar pela ética na
administração pública diz que, eticamente, há algo de muito estranho na forma
como se processou a readmissão do antigo PCA dos Aeroportos de Moçambique
Uma decisão
que ignorou os princípios éticos. É assim como a Comissão Central de Ética
Pública classifica a recondução de Diodino Cambaza como assessor da empresa
pública Aeroportos de Moçambique. Neste momento, a Comissão Central de Ética
Pública está a analisar o caso e diz que em duas semanas vai divulgar a sua
posição final sobre o assunto.

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