Tudo
começou na sexta-feira passada, quando um pastor perdeu a vida, no Hospital
Central da Beira, vítima de doença. No sábado, os familiares dirigiram-se ao
hospital para seguir os trâmites e posterior enterro. Para o espanto destes, o
cadáver que lhes foi apresentado não era do seu ente querido. Depois de buscas
junto à morgue, ficou concluído que o corpo do pastor já não se encontrava no
local e que o mesmo havia sido enterrado como indigente, no dia anterior desta feita a
gestão da morgue do Hospital Central da Beira é acusada de ter enterrado o
corpo de um pastor como indigente. Os familiares do malogrado exigiram a
exumação do cadáver para realização de um funeral condigno.
Os
familiares acusaram a gestão da morgue de negligência. Estes fizeram exigiram
que o cadáver fosse exumado para dar lugar as cerimónias fúnebres. Os ânimos
exaltaram-se quando surgiu uma outra família para reclamar o corpo que estava a
ser entregue aos familiares do pastor.
No passado domingo 28/05/2017, o Conselho Municipal da Beira, gestor da morgue do Hospital Central,
decidiu exumar o cadáver do pastor, falecido semana passada. Os familiares
reconheceram e as duas famílias decidiram, lado a lado, realizarem os funerais.
O
Conselho Municipal da Beira ainda não reagiu ao assunto.

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