sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

DONALD TRUMP PÕE EM PRATICA AS SUAS PROMESSAS DEVASTADORAS


Trump toma decisões devastadoras na primeira semana da sua governação

Trump já rubricou alguns decretos que reflectem as suas promessas eleitorais
Após uma semana como presidente dos EUA, Donald Trump cumpre com uma das suas promessas, a construção do muro que separa o Mexico da América assim como também já rubricou alguns decretos e deu início à implementação de medidas que, na generalidade, reflectem as suas promessas eleitorais e a ideia central de uma governação do estilo nacionalista, com as atenções centradas no interior dos EUA, aliás Trump começou a tomar medidas duras após a tomada de poder, pois no dia em que se tornou presidente dos EUA “20 de Janeiro do ano em curso”, este  assina um decreto contra o projecto “Obamacare”, uma das marcas de Barack Obama, que tem como objectivo aumentar o número de americanos com acesso aos serviços de saúde.
No mesmo dia declarou o 20 de Janeiro como “Dia Nacional do Patriotismo”, vincando, deste modo, a sua intenção de uma administração voltada para o interior da América.
Já no segundo dia da sua governação, Trump anuncia o início do processo da renegociação do Tratado de Livre-Comércio da América do Norte, também conhecido por NAFTA, que vincula os Estados Unidos, Canadá e México. “Teremos encontros com o primeiro-ministro do Canadá e o presidente do México, a quem conheço, e vamos iniciar negociações em torno do NAFTA”. Daí não parou mais pois no terceiro dia da governação Donald assina um decreto que estabelece a saída dos Estados Unidos da Parceria Transpacífica, que foi uma das prioridades do governo Obama.
Uma das decisões marcantes tomada nesta data determina a proibição do financiamento, com fundos federais, de ONG estrangeiras que apoiam o aborto, esta decisão foi anunciada um dia depois do 44º aniversário da emblemática decisão que legalizou o aborto nos Estados Unidos.
No que diz respeito ao combate a imigração, Trump assinou na quarta-feira desta semana várias ordens executivas sobre a imigração perspectivando assim o fim da lei sobre a entrada de refugiados na América. Para além do diploma sobre o polémico muro na fronteira com o México, assinou um decreto que determina a contratação de mais 10 mil funcionários para os serviços de imigração e mais de cinco mil agentes de controlo de fronteiras. Outra ordem aprova a publicação de uma lista semanal dos crimes cometidos por imigrantes.
Trump assinou num texto citado pela imprensa internacional o que passamos a citar:
“Para melhor informar o público acerca das ameaças à segurança, o secretário da Defesa Nacional deverá, numa base semanal, tornar pública uma lista exaustiva de acções criminosas cometidas por estrangeiros e as jurisdições que ignorem ou que, de qualquer outra forma, se escusem a honrar as detenções desses estrangeiros. Fim de citação

No que diz respeito as eleições supostamente fraudadas a favor de Trump, este insiste na tese de que houve uma “fraude eleitoral” para justificar a derrota no voto popular e anunciou, esta quarta-feira, que irá ordenar uma investigação. “Irei pedir uma grande investigação à fraude eleitoral, incluindo aqueles [eleitores] que estão registados em dois estado, aqueles que estão ilegais… e até aqueles que estão mortos (há muitos anos)”, afirmou, na quarta-feira, o presidente norte-americano, através da rede social twitter, que é a sua fonte primária de comunicação.

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