Jogadores e adeptos morrem após naufrágio no Uganda
O fim de 2016 segue manchado pelas tragédias envolvendo equipas
desportivas. Após a tragédia envolvendo a delegação da Chapecoense, no dia 29
de Novembro, um barco que transportava jogadores e adeptos de um clube de
futebol naufragou no Lago Albert, em Uganda, deixando pelo menos 30 mortos.
“No momento, podemos confirmar que das 45 pessoas a bordo 15 sobreviveram”,
apontou John Rutagira, comandante de polícia local, em entrevista ao jornal
ugandense Daily Monitor.
“Havia uma festa no barco, os passageiros dançavam e alguns estavam
bêbados. O barco estava sobrecarregado, com 45 pessoas a bordo, todos membros
da equipa de futebol e apoiantes”, disse o comandante da polícia local, John
Rutagira.
O responsável adiantou que “o problema ocorreu quando (...) a equipa e os
seus apoiantes se juntaram do mesmo lado da embarcação, fazendo-a virar”.
O barco transportava um número acima do recomendado para o tamanho da
embarcação. Além dos 30 corpos, os 15 sobreviventes foram resgatados por
pescadores. A polícia, junto dos civis, segue com as buscas.
As vítimas vinham da localidade de Kaweibanda, no distrito de Buliisa. A equipa
deveria disputar um jogo amigável no distrito vizinho de Hoima durante as
festividades do Natal.
Trata-se do segundo naufrágio em alguns dias nos lagos do Uganda, depois de
na sexta-feira cerca de 20 pessoas morrerem nas mesmas circunstâncias no lago
Vitória (sudeste).

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