Com a crise que atravessa o país do rand, ministros
apelam a retirada da presidencia do presidente Jacob Zuma.
Estão Desde Sábado órgãos de liderança do ANC reunidos à porta fechada num hotel de Pretória
para discutir o futuro do seu presidente e Chefe de Estado, Jacob Zuma, cujo
segundo mandato termina em 2019. O partido de Nelson Mandela atravessa uma
crise provocada pelo revés histórico nas eleições autárquicas de Agosto e pelos
casos de corrupção, desta feita, Derek Hanekom, Aaron Motsoaledi e Thulas Nxesi
propuseram a saída do presidente numa reunião. O presidente teve de reembolsar
este ano perto de 500.000 euros ao
Estado num caso de abuso de bens públicos ligado à renovação da sua residência
privada de Nkandla (leste). Está também sob ameaça de reabertura de um caso
antigo relacionado com contractos de armamento, envolvendo 783 acusações de corrupção.
Por estes e outros assuntos, pelo menos três ministros do governo
sul-africano apelaram para a demissão do presidente Jacob Zuma, por estar atolado numa série de escândalos de corrupção
que suscitam cada vez mais críticas no seu campo, informaram hoje media locais,
de acordo com Lusa, citada por Notícias ao Minuto, os três ministros
expressaram a sua desconfiança em relação ao Chefe de Estado no fim-de-semana
durante uma reunião da direcção do Congresso Nacional Africano (ANC)
Nas últimas semanas, a partida antecipada do Chefe de Estado foi evocada
por vários dirigentes do ANC, apoiados por numerosas figuras históricas da luta
contra o regime segregacionista do 'apartheid'.Jacob Zuma mantém, no entanto, o apoio da maioria dos membros do
ANC, que rejeitaram recentemente uma moção de censura da oposição.

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